Caro é aquilo que você não usa: 5 perguntas que você deve se fazer para comprar melhor

O tema do consumo consciente acaba aparecendo aqui com frequência porque eu acredito seriamente que um dos principais papeis de um consultor de imagem e estilo é ensinar seus clientes a comprar melhor, fazendo escolhas mais conscientes para que todas as peças de roupa sejam aproveitadas ao máximo. Há uns 3 anos, eu fiz um post com algumas dicas para fazer compras inteligentes, e hoje quero tocar nesse tema mais uma vez, atualizando nosso papo sobre como otimizar nossas compras.

É fato que tomar decisões sob pressão é algo dificílimo. Estudos provam que, sob pressão, os seres humanos tendem a ignorar informações cruciais, concentrando em detalhes irrelevantes, e exagerando a importância de certas coisas para tomar uma decisão rápida. Sair às compras é uma situação que pode se encaixar nesse quadro, principalmente quando não se tem domínio sobre as principais perguntas que devemos nos fazer no provador ou nas compras online.

Me parece que, de repente, a frase “caro é aquilo que você não usa” passou a ser repetida por muita gente. E, de fato, tudo o que a gente tem e a gente não usa é, realmente, muito caro – já conversamos um pouco sobre isso naquele post sobre custo x uso. Seguindo essa lógica, o ideal é usar muito tudo o que temos. Nesse sentido, a consultoria de imagem e estilo tem papel fundamental, porque um personal stylist pretende mesmo fazer com que todas as suas peças sejam aproveitadas ao máximo.

É por tudo isso que eu decidi reunir neste post as 5 principais questões que você deve se perguntar quando estiver comprando algo novo, e que podem ajudar a tomar decisões mais acertadas quanto ao que entrará no seu armário, aumentando as chances de garantir uma permanência mais duradoura da peça em questão na sua vida.

1- Estilo: a peça reflete quem você é?

2- Função: a peça se encaixa na estrutura do seu armário?

3- Qualidade: a peça é boa tanto do ponto de vista subjetivo (caimento e conforto) quanto do ponto de vista objetivo (estrutura, tecido e durabilidade)?

4- Orçamento: essa é a melhor maneira de gastar o seu dinheiro agora?

5- Intuição: você realmente amou a peça em questão, ou é apenas entusiasmo com a possibilidade de usar algo novo?

Ao seguir esse processo, fica mais fácil usar a moda como expressão, usando os princípios da consultoria de imagem e estilo para vestir-se com intenção. Quando a gente se veste de dentro pra fora, nós nos conectamos com o que estamos vivendo, com o nosso lifestyle, e temos mais chances de transmitir com segurança as mensagens que queremos.

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