A Croácia e a história da gravata

Dia 18 de outubro é comemorado o dia da gravata. Mas o que isso tem a ver com a Croácia?

A gravata foi uma invenção Croata: a antecessora da gravata moderna foi usada pioneiramente como item de vestuário pelos soldados croatas no século XVII, durante a guerra dos 30 anos na França.

O Rei Louis XIII contratou mercenários croatas que usavam um lenço vermelho em volta do pescoço como parte do uniforme. Enquanto estas primeiras gravatas cumpriam uma função ao amarrar as golas das jaquetas, também cumpriam função decorativa, e criavam um look do qual o Rei gostava. Na verdade, ele gostou tanto que ele transformou estas gravatas em acessório obrigatório nos encontros reais, e, para honrar os soldados croatas, batizou esta peça do vestuário como La Cravate.

O registro mais antigo de uma pessoa usando uma gravata é uma pintura do grande poeta croata Ivan Gundulic que data de 1622, na qual Gundulic usa um lenço em torno do pescoço usado como uma cravat.

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Ivan Gundulic

A palavra em francês “cravate” é uma derivação de “Croate”. Por sua vez, a palavra “cravat” como foi adotada pelos croatas deriva do nome francês da gravata. A cravat é um símbolo croata, conhecido e reconhecido em todo o mundo e, desde 2008, o dia 18 de outubro celebra a cravat, como declarado pela Academia Cravatica.

Pelas ruas de Zagreb, os monumentos estão adornados com gravatas vermelhas, incluindo as estátuas do Rei Tomislav e Ban Josip Jelacic.

Musée Yves Saint Laurent em Paris

Estava devendo este post faz tempo! Em março, visitei o Musée Yves Saint Laurent, inaugurado recentemente em Paris. Desde outubro de 2017, o endereço 5 avenue Marceau abriga um museu dedicado à vida e aos trabalhos desse verdadeiro artista da moda, no lugar onde, outrora, funcionava a maison de couture de Saint Laurent.

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Yves Mathieu-Saint-Laurent nasceu em 1º de agosto de 1936 em Oran, na Argélia. Filho de Lucienne e Charles Mathieu-Saint-Laurent, que dirigia uma companhia de seguros e era dono de uma cadeia de cinemas. Yves e suas duas irmãs, Michèle e Brigitte, cresceram no coração da brilhante sociedade de Oran. Nos bancos da escola primária e nas cadeiras do colégio, o jovem rapaz tímido e sensível consumia com assiduidade a literatura e as revistas de moda da sua mãe.

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“As modas passam, o estilo é eterno.”

Aos 13 anos, na sua cidade natal, Yves assistiu a uma apresentação da Escola Feminina, junto de Louis Jouvet. As decorações eram de Christian Bérard, um artista-prodígio, e que foi para Yves um grande choque. Na época, existiam turnês teatrais de qualidade extraordinária, e foi assim que o jovem Yves pode descobrir “La Machine Infernale” de Jean Cocteau, com Jean Marais, Elvire Popesco e Jean-Pierre Aumont, com as decorações de Bérard. Em seguida à tais descobertas, Yves constrói seu “Illustre Petit Théâtre”, uma miniatura sobre a qual os personagens de papel vestiam os trajes inventados pelo jovem rapaz. Essa paixão se junta ao seu amor pela literatura, e ele escreve seus primeiros poemas. Foi durante a adolescência que Yves Saint Laurent descobriu, com admiração, a obra de Marcel Proust, que continuaria a fascinar-lhe por toda a sua vida. Os primeiros croquis de figurinos de Yves Saint Laurent deixaram claros o seu dom para o desenho.

Entre 1953 e 1954, Yves começa a imaginar a maison de couture dos seus sonhos: “Yves Mathieu Saint Laurent Haute Couture Place Vendôme”. As revistas de moda preferidas de Lucienne, sua mãe, passam a ser recortadas por Yves, que selecionava as silhuetas das suas manequins preferidas e cria um guarda-roupas inteiro de papel, usando também guache e/ou aquarela.

Em 1953, aos 17 anos, Yves Saint Laurent participou do concurso anual do Secretariado Internacional da Lã, com um juri composto de célebres couturiers como Hubert de Givenchy e Christian Dior. O Secrétariat International de la Laine representava os produtores de lã do Hemisfério Sul, e se incumbia de promover o material, natural ou sintético. Este concurso contemplava três categorias: casacos, alfaiataria e vestidos. Yves Saint Laurent recebe o prêmio de terceiro lugar na categoria de vestidos, que ele vai receber em Paris acompanhado de sua mãe. Na sua primeira visita à capital francesa, Yves se encontra com Michel de Brunhoff, redator chefe da revista Vogue, que era conhecido de seu pai. A influência de seu pai será decisiva ao encorajá-lo a perseverar em tudo enquanto se aplicava para tornar-se bacharel.

Em setembro de 1954, Yves Saint Laurent se instala em um pequeno quarto no número 209 do Boulevard Pereire em Paris, e começa a estudar na Câmara Sindical de Costura. Em novembro do mesmo ano, ele participa em outro concurso do Secrétariat International de la Laine e, desta vez, ganha o primeiro e o terceiro prêmios na categoria de vestidos, entre os 6000 desenhos anônimos enviados. O modelo que ganhou o primeiro prêmio – um vestido coquetel em crepe preto – foi costurado nos ateliês de Hubert de Givenchy. Karl Lagerfeld, com 21 anos, ganhou o primeiro prêmio na categoria de casacos daquele mesmo concurso.

Yves e Michel de Brunhoff continuaram se correspondendo. Em junho de 1955, o jovem apresenta a Brunhoff alguns croquis. O redator chefe da Vogue Paris fica estupefato com a semelhança dos traços desenhados por Christian Dior, e decide mostrá-los a ele. Em 20 de junho de 1955, Yves Saint Laurent se encontra com Christian Dior no número 30 da Avenue Montaigne. Igualmente impressionado pelo talento do jovem, Dior o contrata imediatamente para trabalhar com ele. Um dos primeiros vestidos de Yves Saint Laurent na Dior foi imortalizado por Richard Avedon na famosa foto “Dovima et les éléphants”, fotografada no Cirque d’Hiver. Naquela época, Saint Laurent reencontra as manequins-vedettes Victoire Doutreleau e Anne-Marie Muñoz, que se tornaria sua colaboradora no estúdio depois da criação da sua maison de couture.

Ao longo de pouco mais de dois anos, Yves Saint Laurent vai aprender, ao lado do mestre Christian Dior, todos os segredos do meio do couturier. Entre desenhos de croquis e peças piloto, eles criaram juntos coleções de cerca de 200 modelos. Fica confiada à Yves a tarefa de decorar as boutiques, além de participar da confecção de muitos vestidos de alta costura. Yves Saint Laurent ganha rapidamente a confiança de Christian Dior, que lhe confia mais responsabilidades.

Em 24 de outubro de 1957, Christian Dior morre de ataque cardíaco enquanto se tratava em Montecatini, na Itália. Conforme tinha sonhado, Yves Saint Laurent, com apenas 21 anos, sucede M. Dior e é nomeado diretor artístico da maison de couture. Se, naquela época, eles ainda não se conheciam, Yves Saint Laurent e Pierre Bergé estiveram no enterro de Christian Dior. Pierre Bergé era amigo íntimo de Dior. Poucos meses depois, Yves e Pierre se conhecem.

Enquanto o mundo ainda chorava a morte de Dior, Yves Saint Laurent não tinha muito mais do que alguns meses para preparar a coleção de primavera/verão de 1958, com apresentação prevista para o dia 30 de janeiro. Ele volta para Oran, como era seu hábito, para desenhar os croquis que apresentaria em seguida: em 15 dias, ele tinha mais de 600 desenhos.

Às 10h da manhã do dia 30 de janeiro de 1958, uma quinta-feira, a primeira coleção de Yves Saint Laurent para Christian Dior estava prestes a ser apresentada; todos estavam impacientes, desde a imprensa internacional até Pierre Bergé que assistia, ao lado de Bernard Buffet, ao seu primeiro desfile de moda. Uma hora mais tarde, Yves foi ovacionado. A imprensa estava eufórica em imortalizar os primeiros passos do “Petit Prince de la mode”, o mais jovem couturier do mundo enquanto admiradoras choravam de felicidade. Os modelos eram refinados com linhas geométricas. A silhueta era diferente daquele New Look definido por Dior em 1947. Os vestidos não seguiam mais os corpos: eles flutuavam e se apoiavam mais nos ombros do que na silhueta – e eram, portanto, mais leves.

O reencontro entre Pierre Bergé e Yves Saint Laurent aconteceu alguns dias mais tarde, em um jantar organizado por Marie-Louise Bousquet, diretora da edição francesa da revista americana Harper’s Bazaar. Poucos meses depois, Pierre e Bernard Buffet terminam seu relacionamento, e o casal fora de série Yves e Pierre nunca mais se separa. Essa verdadeira comunhão de vida formará a base para a fundação da maison de couture de Yves Saint Laurent em 1961.

Depois de comandar seis coleções na maison Dior, em setembro de 1960, o conflito na Argélia se intensifica e Yves Saint Laurent é convocado aos frontes de batalha. Tomado por uma depressão, ele é hospitalizado no Val-de-Grâce. A maison Dior decide removê-lo de seu cargo, escolhendo Marc Bohan para substituí-lo. Quando Pierre Bergé contou a Yves esta decisão da maison Dior, Saint Laurent lhe disse que eles criariam uma maison de couture juntos, e que Pierre seria o diretor.

Assim, Pierre Bergé começou a coletar os fundos necessários para fundar uma maison de couture. Ele vendeu seu apartamento na Île Saint-Louis, e assinou um contrato com um investidor americano. Enquanto isso, Yves Saint Laurent já dava suas primeiras entrevistas antes mesmo da abertura da sua maison. Em seguida, a maison se instala no número 11 da rue Jean-Goujon, nos antigos ateliês Manguin, onde Christian Dior, em 1945, pensou em abrir sua própria maison antes de decidir pelo número 30 da Avenue Montaigne. As instalações na rue Jean-Goujon são provisórias, esperando que as obras no número 30 bis da rue Spontini terminem para abrigar definitivamente a maison, no antigo hôtel particulier do artista Jean-Louis Forain. No dia 4 de dezembro de 1961, a maison abre as suas portas, e o primeiro vestido, chamado “00001”, é entregue à Patricia Lopez-Willshaw, personalidade importante do Café Society no pós-guerra.

Desde o começo, Yves Saint Laurent buscava inspiração no vestuário masculino. Em 1962, ele busca o caban, um casaco de lã usado pelos oficiais da marinha para proteger-lhes do frio. Era uma peça de vestuário prática, de formas simples que esculpiam a silhueta. O fato de que o caban não era ajustado e que cobria os quadris era uma vantagem para as mulheres que não ousavam usar calças compridas e buscavam uma silhueta mais feminina.

O caban abre o desfile de 1962 como a primeira peça a ser apresentada. A manequim vestia o caban combinado a uma calça de shantung branca e mules. Esse look definia o estilo Saint Laurent, que pegava emprestado peças do vestiário masculino para dar às mulheres mais conforto e confiança. O couturier continuaria a desenvolver o navy look de maneira elegante, e de maneira mais notável na coleção de 1966.

O trench coat é outro exemplo do estilo de Saint Laurent, que mais uma vez toma emprestado do vestuário masculino uma peça a ser incorporada no guarda-roupa feminino. Yves Saint Laurent conserva as mangas raglan, a abotoação dupla e o cinto que passa a acentuar a silhueta feminina. Por sua vez, Yves reinventa o tamanho do trench coat, que, originalmente, cobria as panturrilhas. O trench coat passa a vestir e acentuar as curvas do corpo feminino, e é até hoje uma peça essencial do vestiário feminino.

Em 1964, a maison Yves Saint Laurent lança seu primeiro perfume, Y. Em 1965, o diálogo com a arte é traduzido numa coleção de vestidos que homenageavam Piet Mondrian.  O jersey de lã, trabalhado com detalhes, nunca tinha aparecido em outra coleção de couture, e permitia a Yves Saint Laurent transpor a matéria artística pintada em material têxtil, destacando o senso geométrico do pintor holandês. Para esta coleção, Saint Laurent desenhou sapatos que foram feitos por Roger Viver: eram scarpins pretos enfeitados por uma grande fivela quadrada em metal dourado ou prateado. Estes sapatos foram escolhidos para Catherine Deneuve no papel de protagonista do filme Belle de Jour, e o sucesso foi tamanho que os sapatos passaram a ser conhecidos pelo nome do filme.

No ano de 1966, Yves Saint Laurent e Pierre Bergé visitam o Marrocos pela primeira vez. O casal se apaixona pelo país imediatamente, a ponto de apresentar uma proposta de compra para uma pequena casa na medina de Marrakesh, Dar el-Hanch (a casa da serpente). A partir de então, Yves passará a visitar o Marrocos várias vezes por ano para desenhar suas coleções. Em 1974, o casal consegue finalmente comprar Dar el-Hanch, situada próxima ao Jardin Majorelle. Em 1980, o casal decide comprar também a Villa Oasis e o Jardin Marjorelle.

No mesmo ano, Yves Saint Laurent se torna o primeiro couturier a abrir uma boutique de prêt-à-porter com seu próprio nome. Durante os anos 1960, a evolução da sociedade tornava cada vez mais obsoletas as regras impostas pela alta costura, e um número crescente de mulheres desejava se vestir de maneira elegante e acessível. Yves Saint Laurent dá voz à sua vontade de criar roupas para todos, e não apenas para aqueles mais ricos, abrindo a sua primeira loja no dia 26 de setembro de 1966 no número 21 da rue de Tournon, no 6e arrondissement de Paris (SAINT LAURENT rive gauche). Ele não fazia do prêt-à-porter um derivado da alta costura com preço mais baixo, mas sim lança uma linha completa à qual ele dedicou a mesma atenção. O sucesso é incontestável: em 1968, abre sua primeira boutique além-mar em Nova Iorque, e no ano seguinte em Londres. Em 1969, Yves Saint Laurent abre sua primeira boutique de prêt-à-porter para os homens.

Na coleção de outono-inverno de 1966, Saint Laurent introduz a peça mais icônica do seu estilo: o smoking. Originalmente, era uma vestimenta masculina reservada ao ambiente de fumo, com o objetivo de proteger as outras peças de roupa do cheiro do cigarro. O smoking Saint Laurent não era uma simples cópia da peça masculina: ele utiliza todos os códigos para adaptar a peça ao corpo feminino. Muito inovador, a princípio não fez muito sucesso com os clientes da haute couture, passando muito tempo sem vender um único exemplar. Paradoxalmente, foi um sucesso de vendas na versão SAINT LAURENT rive gauche. A clientela mais jovem amou aquela inovação. O smoking se tornou, então, um clássico, revisitado em todas as suas coleções até 2002.

Yves Saint Laurent introduz a primeira saharienne nos desfiles de 1967, mas era um modelo único fora de coleção, imaginado para uma reportagem fotográfica da revista Vogue Paris, o que consagrou aquela peça rapidamente como um clássico. Com a saharienne, Yves Saint Laurent afirma a definição do seu estilo que pega emprestado dos códigos de vestimenta masculinos para revolucionar a moda feminina. Para a saharienne, ele se inspira pelo equipamento da Afrikakorps e, de maneira geral, dos modelos vestidos pelos homens ocidentais na África. A saharienne, em gabardine de algodão, é uma peça confortável e adaptada ao calor. Com Yves Saint Laurent, ela se torna um símbolo perfeito de libertação, impulsionado pelos anos 1960, mas também uma nova forma de sedução. Desde 1969, a saharienne está disponível em prêt-à-porter na boutique SAINT LAURENT rive gauche, e seu sucesso é imediato.

Como a saharienne, o macacão faz sua primeira aparição na apresentação da coleção de primavera-verão de 1968. Saint Laurent se inspira a partir de uma vestimenta funcional dos aviadores. Na versão masculina, há bolsos práticos e uma silhueta que não revela as formas. Yves inova ao criar um macacão que destaca as formas do corpo feminino: o macacão ajustado desenha uma silhueta muito elegante.

Não se pode falar em Yves Saint Laurent e não lembrar da coleção escandalosa de 1971. Em 29 de janeiro daquele ano, Saint Laurent apresenta a coleção chamada “Libération” ou “Quarante”, inspirada pela moda dos anos 1940, marcada pela guerra. Paloma Picasso inspira o couturier, porque ela se vestia com roupas mais velhas e de brechó. Vestidos curtos, solas baixas, ombros quadrados, maquiagem borrada, referencias à Paris da época da ocupação: tudo isso foi um escândalo. Violentamente criticado pela imprensa, a coleção dá eco à corrente retrô que tomará rapidamente as ruas.

Em 1974, a maison de couture Yves Saint Laurent, situada desde a sua criação em 1961 na rue Spontini, se muda para um hôtel particulier no número 5 da avenue Marceau. Este endereço vivia de acordo com o ritmo das coleções. A maison abrigava o estúdio onde trabalhava Yves Saint Laurent com seis ou sete colaboradores, e os ateliês de couture onde as criações eram realizadas por cerca de 200 costureiros e costureiras. No piso térreo, nos salões, as clientes eram recebidas individualmente para encomendar os modelos que desejavam.

Em 7 de janeiro de 2002, Yves Saint Laurent anuncia, numa coletiva de imprensa, que ele encerrava ali a sua carreira e fecha a maison de couture. Dois anos mais tardes, depois de muitos trabalhos, a Fundation Pierre Bergé – Yves Saint Laurent abre suas portas naquele mesmo endereço, abrigando o Musée Yves Saint Laurent Paris a partir de outubro de 2017.

No dia 1º de junho de 2008, Yves Saint Laurent morre em Paris, aos 71 anos. Seu velório foi organizado na Igreja Saint-Roche, contando com a presença de muitas personalidades políticas e culturais, como o então Presidente da República Francesa Nicolas Sarkozy. Foram instalados muitos telões na área externa para que todos os admiradores pudessem homenagear e se despedir deste grande ícone. Pierre Bergé fez um discurso emocionado sobre aquele que foi seu companheiro de vida por 50 anos.

 

 

Copa do Mundo: looks pra torcer com estilo

Quem aí ama futebol? Eu sou do time de apaixonados por futebol, e fico ainda mais empolgada em época de Copa do Mundo! Não tô perdendo um jogo, e hoje é a estreia do Brasil no campeonato mundial! Haja coração!

E foi-se o tempo em que a única opção para o look da torcida era a camisa oficial do Brasil! Embora ela continue sendo favorita em muitos casos, já tem algumas Copas em que as marcas de moda feminina investem pesado em coleções lindas pra gente torcer com muito estilo. Nesse post, quero fazer um apanhado dos meus looks favoritos pra torcer muito pelo Brasil!

Brasil (Amaro)
Amaro – R$99,90

A Amaro fez um vestidinho bem básico e bem fofo de malha de algodão, pra ficar fresquinha e no clima da torcida.

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Já a carioca Dress To fez uma coleção cápsula inteirinha dedicada ao Brasil, cheia de opções fofas pra torcer com muito estilo.

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Outra marca que fez opções lindas pras torcedoras foi a LITT’, do grupo Agilità. Essas tshirts tem uma pegada mais chique, bem coerentes ao DNA da marca, e também são modelos mais exclusivos.

Não podia deixar de falar da coleção ma-ra-vi-lin-da que o Coletivo Lírico desenvolveu para a Copa! Essa marca slow fashion de t-shirts já ganhou meu coração faz tempo, e eu queria a coleção in-tei-ri-nha! Os preços das t-shirts dessa coleção especial futebolística variam entre R$89,90 e R$99,90, o frete é grátis nas compras acima de R$189 e, em dia de jogo do Brasil, rola promoção com código de desconto de acordo com o número de gols da Seleção Canarinho!!

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Mas quando o assunto é coleção cápsula pra Copa, não tem pra ninguém: é a Farm que investe mais pesado e coloca à venda uma infinidade de modelos e opções que é pra torcer de verde, amarelo e azul da cabeça aos pés!

E você já escolheu o look pra hoje? E pros próximos jogos? Conta aqui pra mim!

Mas o mais importante mesmo é torcer de todo o coração e curtir muito essa época feliz que é a copa do mundo!

Musée des Arts Décoratifs: Margiela, les années Hermès

Como parte da programação do curso Paris Style Week, visitamos a exposição Margiela, les annés Hermès, em exibição no Musée des Arts Décoratifs até o dia 22 de setembro de 2018. Esta exposição celebra os anos em que Martin Margiela esteve à frente de uma das principais maisons francesas no escopo da “Saison Margiela 2018 à Paris“!

Entre 1997 e 2003, Margiela comandou a direção criativa da Hermès, e esta homenagem apresenta, pela primeira vez na França, as coleções femininas de prêt-à-porter que o estilista desenhou para a célebre maison parisiense, sem perder a identidade das criações da sua própria maison. Entre a desconstrução inovadora e o luxo atemporal, as silhuetas dialogam entre si, expressando e dando voz à visão particular de Martin Margiela. Estes dois universos, muito próprios desse designer, constituem o ponto de partida da exposição, cuja direção artística é do próprio Margiela.

Considerado um dos criadores mais atípicos e misteriosos da sua geração, Martin Margiela faz parte do seleto grupo de estilistas que radicalizou e renovou bruscamente o universo da moda. Depois de fundar sua própria marca, a Maison Martin Margiela, em 1988, ele decidiu, desde o início, que faria do anonimato uma das suas características essenciais, recusando o aparecimento do seu nome nas suas criações, adotando a etiqueta branca costurada nos quatro cantos como sua marca registrada. O famoso “blanc de Meudon” é escolhido como assinatura dos seus desfiles. Desde o início, Margiela desenvolve um trabalho contra a corrente da época da logomania e da padronização, e se destaca em seu meio. Ele surpreende com seus cortes construídos-desconstruídos, suas silhuetas oversize, seus materiais reciclados, ou mesmo os tecidos monocromáticos, que destacam o aspecto artesanal das suas criações.

Foi em outubro de 1997 que Jean-Louis Dumas, então presidente e diretor artístico da Hermès, convidou Martin Margiela a desenhar as coleções de prêt-à-porter femininas, quando este já era considerado, depois de quase uma década, como uma das figuras vanguardistas mais influentes. Era uma escolha audaciosa, que rompia com as tendências do universo da moda de escolher estilistas estrelados. A maison Hermès tem, então, um fator surpresa ao convidar este criador iconoclasta que ninguém (ou quase ninguém) conhece o rosto, e que dispensa os holofotes e o mundo do entretenimento.

Entre 1997 e 2003, acompanhado da expertise do estúdio e dos ateliês da maison Hermès, da qual compartilhava seus valores, Martin Margiela instaura, por meio de 12 coleções consecutivas, uma visão coerente e profunda de um luxo contemporâneo. Conforto, atemporalidade, sensualidade e autenticidade são as palavras-chave para definir a visão de Margiela da mulher Hermès, associada a um estilo apurado. A nova paleta de cores sóbrias e monocromáticas que ele apresenta estão alinhadas ao universo colorido das estampas da Hermès, suscitando a surpresa da imprensa.

Desde a entrada da exposição, o visitante descobre dois estilos distintos que propõem um diálogo apaixonado entre as roupas que Margiela criou para a Hermès e aquelas que ele criou para sua própria Maison. O conjunto se desenvolve com uma sucessão de sequências temáticas de mais de 100 silhuetas, de fotos e de vídeos num percurso que alterna entre o laranja inconfundível da maison Hermès e o branco da Maison Martin Margiela.

Desse modo, o visitante aprende um pouco do processo criativo que navega sem confusão entre as duas maisons e de cada um dos seus códigos. É a primeira vez que o Musée des Arts Décoratifs se dedica a destacar um ícone da história da moda, com um criador que se desdobra entre as colaborações para as outras Maisons e a sua própria.

Conceitual e subversivo, Martin Margiela revolucionou totalmente o sistema da moda no fim dos anos 1980, e suas criações continuam sendo importantes impressões no universo da moda contemporânea, com uma silhueta vanguardista pautada na desconstrução, a reciclagem e recuperação de materiais. Margiela introduz na Hermès um esboço de cortes e colores com base nos materiais excepcionais da selaria parisiense, e integra numerosas inovações.

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A exposição no Musée des Arts Décoratifs homenageia esta figura única da moda, celebrando o estilista em comunhão com a retrospectiva “Margiela/Galliera, 1989-2009” e, até o dia 15 de julho, é possível comprar o 2º bilhete com tarifa reduzida na apresentação do bilhete da outra exposição. O bilhete integral (plein tarif) para o Musée des Arts Décoratifs custa €11, e o museu está aberto de terças a domingos das 11h às 18h (a bilheteria fecha às 17h15), e às quintas-feiras fica aberto até as 21h (a bilheteria fecha às 20h15).

Tarde de estilo na Eva

Depois de férias deliciosas no Brasil junto dos nossos familiares e amigos, é hora de voltar pra programação normal! E nada melhor do que retomar nossos papos por aqui contando um pouquinho sobre a tarde de estilo que rolou na loja Eva de Icaraí enquanto eu estava em Niterói!

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Sim, eu trabalhei durante as férias! Foi uma tarde ótima junto da equipe querida da Eva de Icaraí, às vésperas do dia das mães, quando pude orientar um pouquinho as clientes quanto às melhores modelagens e cores para seus tipos físicos e tons de pele em papos descontraídos no provador.

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Em meio aos lindos looks da coleção de outono/inverno, inspirada no Marrocos, escolhi um vestido longo de seda com estampa de oncinha para essa tarde: a delicadeza da seda combinada ao animal print criavam o equilíbrio de que eu precisava para falar de estilo. E a coincidência foi que eu e Rogéria Félix, supervisora geral das lojas da marca, acabamos vestindo a mesma estampa para esse dia, cada uma do seu jeitinho!

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Nessa tarde de estilo, ofereci uma experiência personalizada para cada cliente da loja, procurando entender rapidamente as expectativas e desejos pessoais, sugerindo looks e maneiras especiais de usar cada peça, tornando cada compra uma experiência única!

Uma das clientes da marca é a minha amiga Natália Côrtes, com quem tomei um cafézinho e bati papo antes de montar um look bem fofo pra ela, usando a saia que ela já estava usando com uma t-shirt maravilhosa que tinha acabado de chegar na loja!

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Foi uma tarde muito gostosa nessa loja que eu adoro e que tem roupas com as quais eu me identifico muito. Adorei a experiência de poder colocar meus conhecimentos em prática com mulheres reais, de muitos tipos físicos, tons de pele, gostos e vontades! Aquele agradecimento especial aos gerentes mais do que queridos Bernardo Rangoni e Carolina Porto pela confiança e amizade!

Palais Galliera: Margiela 1989/2009

Dei uma sumidinha por aqui, mas quem me acompanha no instagram sabe bem o porquê: estava em Paris, aprendendo a cidade com um novo olhar sob a tutoria de Dione Occhipinti e Valeria Doustaly, as professoras que criaram e organizam, desde 2014, o Paris Style Week!

Um dos pontos altos da nossa programação foi a visita ao Palais Galliera para ver a exposição “Margiela 1989/2009“, que fica aberta ao público até o dia 15 de julho de 2018. Esta exibição, a primeira que faz uma retrospectiva em Paris em homenagem ao designer belga Martin Margiela, registra a carreira de um designer que não só questionou a estrutura das roupas mas também desafiou as estruturas do sistema fashion nas suas coleções. Com mais de 130 silhuetas, vídeos dos desfiles, arquivos da maison e instalações especiais, a exibição oferece um olhar sem precedentes sobre um dos mais influentes designers contemporâneos.

Martin Margiela se formou no departamento de moda da Royal Academy of Fine Arts da Antuérpia, em 1980. Depois de passar um tempo como assistente de Jean Paul Gaultier, entre 1984 e 1987, ele passou a ser uma das referências da chamada “Antwerp School” e se tornou o único designer belga da sua geração a fundar sua própria maison em Paris. A abordagem conceitual de Margiela desafiou a estética de moda da sua época. O seu jeito de construir as roupas envolvia a desconstrução, exposição dos interiores, dos forros, e das partes inacabadas, revelando diferentes estágios da manufatura, como pregas, ombreiras, estampas, entre outros.

Margiela desafiou ao extremo a escala das roupas, aumentando as proporções em 200% na sua “Oversize Collection” (Margiela pode ser considerado o pai do oversized como conhecemos hoje), ou adaptando roupas de bonecas para medidas humanas reais na “Barbie Collection“. Ele estampou fotos trompe-l’oeil (ilusão de imagem) em vestidos, suéteres e casacos, e criou um novo tipo de sapato inspirado nos tradicionais tabis japoneses, separando o dedão do pé dos outros dedos. O estilista questionou a obsolescência das roupas com sua “Artisanal Collection“, criando uma coleção artesanal a partir de roupas vintages e materiais recuperados que foram transformados em peças únicas, feitas à mão. Por sua vez, na coleção “Replica“, diversas roupas vintages recuperadas de todas as partes do mundo foram reproduzidas de maneira idêntica.

Margiela continua sendo um criador sem rosto, o homem que não dá entrevistas, e cujas roupas são vendidas com uma etiqueta branca e sem nome da marca. Esse homem que celebra o anonimato é famoso não só pelo uso do branco, uma cor que ele aproveita em diversos tons, mas também pelos seus desfiles em lugares pouco comuns, como estacionamentos, depósitos, estações de metrô, etc.

O ingresso para a exposição custa €10, que fica aberta de terça a domingo, entre 10h e 18h, e excepcionalmente até 21h às quintas. O Palais Galliera fica na 10 Avenue Pierre Ier de Serbie em Paris. A bilheteria fecha 45min antes do encerramento diário. O museu fica fechado às segundas feiras e estará fechado no dia 01 de maio.

Carnaval 2018: Baile da Vogue

Acordei hoje e o Baile da Vogue 2018 ainda estava rolando! A diferença de +6 horas no fuso horário entre Brasil e Armênia tem dessas coisas: tomei meu café da manhã acompanhando os stories em tempo real e já fui elegendo as minhas fantasias favoritas – e as minhas não tão favoritas também.

O tema do Baile da Vogue 2018 foi “Divino Maravilhoso“, uma celebração do Brasil, das nossas tradições e da nossa cultura. A minha cabeça musical já associa o tema à Gal Costa, Secos e Molhados, Ney Matogrosso, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Os Mutantes. Vamos aos looks?

Baile da Vogue 2018 - Valesca Popozuda

Valesca, essa maravilhosa, eu não esperava nada diferente dela! A fantasia não só é super adequada ao tema, ao celebrar a fauna brasileira, mas também combina muito com a personalidade dela!

Baile da Vogue 2018 - Patrícia Poeta

Patrícia Poeta também celebrou a fauna brasileira num vestido justíssimo e muito elegante. A interpretação dela do tema me pareceu muito condizente com a figura de jornalista/apresentadora/mãe, sensualizando mas sem exageros. Amei o conjunto da obra.

Baile da Vogue 2018 - Dudu Bertholini

Dudu Bertholini de Elke Maravilha é, pra mim, um dos grandes destaques da noite. Os anéis de sol e lua de Elke deram aquele toque pessoal sensacional à fantasia. Elke é patrimônio nacional e a homenagem é mais do que justa.

Baile da Vogue 2018 - Ticiane Pinheiro

Tici Pinheiro foi de brigadeiro! Achei justo: se tem uma coisa do Brasil que é divino and maravilhoso é brigadeiro! E, em todas as fotos/vídeos que eu vi, ela parecia estar mesmo se divertindo, aproveitando cada segundo. Me senti representada: falou em comida, principalmente comida tradicional brasileira, eu já tô celebrando o patrimônio nacional!!

Baile da Vogue 2018 - Débora Nascimento

A gravidíssima Débora Nascimento compareceu representando Oxum, orixá feminino das águas doces, rios, cachoeiras, da riqueza, amor e prosperidade. Achei a fantasia chique, porém tem algo na maquiagem dela que me incomoda – possívelmente a sombra. Em todas as fotos que vi, ela me pareceu pálida, sem o brilho característico da gravidez. Uma pena, porque ela é linda demais!

Baile da Vogue 2018 - Marina Ruy Barbosa

Uma das rainhas do Baile da Vogue, Marina Ruy Barbosa também optou pelo look chique, e a referência lúdica ao tema ficou por conta do cocar adereço da cabeça. Andei lendo por aí que a fantasia era de arara azul, mas achei confuso! Eu adoro a Marina Ruy Barbosa, acho que ela acerta muito nas produções, mas tem algo nesse longo que me pareceu errado – talvez a cor? Se esse vestido fosse de uma cor quente (pensei em vermelho, laranja, dourado), acho que ficaria mais exuberante.

Baile da Vogue 2018 - Thássia Naves

Agora, falando em acertar nas produções, Thássia Naves está sempre de parabéns: ela não erra uma! Chegou no Baile fantasiada de Maria Bonita, e é provavelmente a minha fantasia favorita da noite. Não sei se eu amo mais o “chapéu” ou o cantil; talvez ame os dois igualmente. A fantasia de cangaceira está adequada ao tema, e a sensualidade velada deixou o conjunto da obra ainda mais elegante; a maquiagem tá com cara de saúde, e ela tá brilhando. Eu reciclaria essa fantasia numa boa então, Thássia, pode mandar aqui pra Armênia que eu aceito! Hihihi!

Baile da Vogue 2018 - Lari Duarte

Achei a fantasia da Lari Duarte apenas deslumbrante. A inspiração em Tarsila do Amaral e esse tanto de folhagens verdes resultaram numa fantasia elegantíssima, que também dá pra ver que é muito condizente com o estilo dela. Roupas com transparências de tule me incomodam 98% do tempo, mas não foi o caso nesse vestido: tá tudo em harmonia, e extremamente elegante.

Baile da Vogue 2018 - Helena Bordon

Falando em elegância e fantasia deslumbrante, Helena Bordon sempre incorpora esses adjetivos, e neste ano não foi diferente: a fantasia de arara azul ficou espetacular. Exaltou a fauna brasileira da maneira mais elegante possível, e esse tom de azul é maravilhoso pra ela.

Baile da Vogue 2018 - Lu Tranchesi

Lu Tranchesi acertou muito na fantasia de Jaci (a deusa da Lua na mitologia Tupi),  que cria a ilusão de uma pintura corporal Tupi. Tá linda, tá chique, e ela mesma contou que se fantasiou de índia muitas e muitas vezes na infância: ou seja, tem memória afetiva envolvida, e isso certamente deixa tudo mais especial.

Baile da Vogue 2018 - Camila Coutinho

Essa fantasia da Camila Coutinho me deu preguiça, e pareceu que ela também teve preguiça ao pensar no look carnavalesco. A justificativa é o sincretismo religioso e a fé brasileira, mas pra mim foi mais uma vontade de sensualizar ao extremo do que seguir o tema e/ou fantasiar-se. Talvez se trocasse a capa por uma saia armada, ainda que desta mesma renda transparente, eu conseguiria ver uma baiana carnavalesca, que também tem essa tradição de sincretismo religioso, e ficaria menos incomodada.

Baile da Vogue 2018 - Julia Faria

Julia Faria escolheu homenagear a Timbalada, e eu gostei bastante: tá adequada ao tema e ainda faz referência à Bahia que ela tanto ama.

Baile da Vogue 2018 - Rafaella Brites e Felipe Andreoli

Rafa Brites, acompanhada do marido Felipe Andreoli, também foi de cangaceira. Essa fantasia de cangaceira tá bem mais roots do que a da Thássia, e não menos bela. Tem sensualidade na medida certa, e tá bem elegante. E ela, que é super gente como a gente, disse que prefere abraçar as coisas deliciosas da vida do que vestir tamanho 36. Maravilhosa!

Baile da Vogue 2018 - Thaila Ayala e Renato Góes

Mas no quesito casal, não tem pra ninguém: Thaila Ayala e Renato Góes arrasaram como Rita Lee e Sergio Dias! A referência aos Mutantes foi um tiro certo, eles ficaram extremamente elegantes e eu adoro quando os homens entram no clima e também vão além do smoking. Thaila ainda teve o bônus da franjinha, que cortou recentemente para interpretar uma Letícia no cinema (franja é tão Letícia, gente hihihi), e que é uma marca registrada da Rita Lee. Esses aí tão mesmo divinos e maravilhosos, exaltando uma das maiores parcerias do rock nacional, meus parabéns.

Baile da Vogue 2018 - Sabrina Sato

E é claro que eu tinha que deixar o melhor para o final: ela, Sabrina Sato, fantasiada de Miss Amazonas, é uma visão deslumbrante. Essa fantasia poderia facilmente ser um dos seus trajes como rainha de bateria: está luxosa, sexy, exuberante. Eu confesso que tenho um girl crush na Sabrina desde que a vi sambando pela Sapucaí pela primeira vez, lá nos idos de 2012, principalmente porque ela ama mesmo o carnaval e nunca decepciona nas fantasias, na alegria e no rebolado. Ela veste mesmo a fantasia que escolhe, brilha muito, bota o corpão pra jogo, e deixa todo mundo no chinelo. É como eu sempre digo: Sabrina é rainha, o resto é princesinha.

O Baile da Vogue 2018 contou com um super buffet com diversas comidas tradicionais brasileiras, e eu confesso que fiquei babando, morrendo de saudade de um torresminho, uma goiabada, uma bolinha de queijo, uma coxinha, um pão de queijo e, principalmente, de uma água de côco!