Em busca do #aerolook perfeito

Bem, pra começo de conversa, a perfeição pode ser discutível; afinal de contas, o que é perfeito pra mim pode não ser perfeito pra você por diversos motivos.

Entretanto, podemos pensar em algumas linhas gerais que ajudam a montar um #aerolook elegante & confortável – afinal de contas, é sempre bom vestir-se com elegância e conforto.

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meu #aerolook voltando do Rio agora em maio

Quando eu penso em #aerolook, penso em confortáveis camadas de roupa, preferencialmente em cores escuras. Já aconteceu de cair bebida, molho e comida nas minhas roupas em vários aviões e aeroportos desse mundo, e roupas de cores escuras escondem melhor esse tipo de acidente, uma vez que a próxima oportunidade de tomar um banho e trocar-se ainda pode estar a horas de distância.

Ao vestir-se para um vôo, as camadas de roupa são úteis porque podemos enfrentar diferentes temperaturas desde a hora que saímos de casa ou do hotel até o momento de chegar ao destino. No verão, por exemplo, eu geralmente viajo de t-shirt de manga curta, com um casaco quentinho sempre à mão. Se o destino for de inverno, o casaco mais pesado já vai na mão/corpo, economizando espaço na mala. Eu lembro de uma época em que o Galeão estava sem ar condicionado funcionando na área de embarque internacional, eu estava levando grupo pra Orlando em janeiro (ou seja, inverno nos EUA), e o único jeito de sobreviver ao calor do Rio em pleno verão foi tirando os casacos e cachecóis até a hora de entrar no avião.

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óculos escuros + casaco quentinho + tricô + calça de moletom + all star

Eu SEMPRE viajo de calça porque, além de ser friorenta, acho que as calças nos dão mais liberdade de movimento nesse lugar desconfortável que é o avião. Entretanto, eu particularmente não gosto de viajar de calça jeans; prefiro calças de moletom (tenho sempre uma ou duas calças de moletom pretas da Hering novinhas em casa!), ou de tencel, ou outros tecidos molinhos e quentinhos. E eu sempre carrego uma echarpe/cachecol dentro da bolsa, que eu consiga pegar fácil e rapidamente, que faz as vezes de manta quando o ar condicionado do avião está gelado demais.

Roupas muito apertadas não são amigas de longos vôos, porque nós costumamos inchar enquanto voamos. Quando inchamos, roupas apertadas não só incomodam como também atrapalham a circulação – que já sofre nas alturas. Para garantir o bem-estar do nosso corpo, outra boa dica é escolher tecidos respiráveis (alô fibra natural!) que, além de garantirem o conforto, reduzem as chances de odores indesejados e são mais elegantes. E, falando em elegância, as roupas apertadas não só são menos práticas como também são escolhas menos elegantes.

Saltos altos não tem espaço na minha vida por conta de uma dor crônica que eu tenho no tornozelo direito, mas mesmo pra quem pode andar de salto eu não recomendo essa escolha para encarar aeroportos e aviões. Nos aeroportos, a gente nunca sabe o quanto vai andar, ou quanto tempo vai ficar em pé, e nem mesmo se vai conseguir um carrinho para empurrar as malas. Para viajar, é preferível usar tênis, ou então optar por sapatilhas. Se você for sair do avião direto pra um compromisso profissional e você queira muito usar salto, recomendo ir de sapatilha e levar o salto na bolsa.

Outro item indispensável num #aerolook é um bom par de óculos escuros. Além de proteger do sol, inclusive nas alturas durante os vôos diurnos, pode esconder as olheiras depois de uma noite mal dormida (ou nada dormida).

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Particularmente, eu não gosto de viajar de mochila, porque me cansa muito mais rápido; já que eu tenho MUITA dificuldade de dormir em avião, eu tento salvar toda a energia que eu puder guardar nessa “rotina de aeroporto”. Isso não significa que eu não viaje de mochila, pelo contrário, tem acontecido até com frequência ultimamente. Mas o jeitinho que eu mais gosto de carregar minhas coisinhas na bagagem de mão é numa mala de rodinhas (preferencialmente daquelas que giram 360˚) com uma bolsa Longchamp Le Pliage, que vai embaixo do banco da frente. Eu sou MUITO FÃ do modelo Le Pliage da Longchamp, tenho de várias cores e tamanhos porque eu uso MUITO; eu confesso que fico até meio perdida quando viajo sem uma delas!

Para os homens, o  #aerolook também deve seguir a máxima do conforto + elegância, e a dica das cores escuras nas roupas também tá valendo. Carregar seus itens pessoais numa bela mochila de couro pode elevar seu look, e também não esqueça seus óculos escuros.

Pra vestir e amar o corpo que se tem

Já conversamos muito por aqui sobre as maneiras como a consultoria de imagem pode nos empoderar e garantir um olhar mais gentil com aquela pessoa que nos observa no espelho, e a importância de termos a autoestima bem trabalhada, mas esse é um assunto inesgotável e, por mais que eu tente a cada dia melhorar a minha autoimagem, sempre há o que superar.

Estamos de férias no Brasil e passamos alguns dias em Brasília, e nos hospedamos no Brasília Palace Hotel. Estava um calor de matar e a piscina do hotel era convidativa. Mas e a coragem de colocar o corpo pra jogo, principalmente depois da comilança intensa desde o dia que cheguei ao Brasil?

Em pouco mais de 2 semanas em terras brasilis, eu acho que já engordei uns 3 quilos. Estou me permitindo comer tudo o que eu amo e sinto falta quando estamos na Armênia. Minha barriga está demonstrando isso pra quem quiser ver. Mas eu vesti o maiô e fui pra piscina mesmo assim, sem vergonha nem medo de aproveitar o sol.

E não foi só isso: eu tirei fotos de maiô relaxando à beira da piscina, e ainda tive coragem de postar no Instagram. Sim, coragem. Porque é claro que é preciso coragem pra expor a celulite, a pança proeminente, o bracinho gorducho e as pernas roliças na rede social sem nenhum retoque.

Mas a coragem maior é a aceitação diária do corpo que se tem, e amar incondicionalmente a pele onde se habita. Quanto mais eu respeito o meu corpo e me visto de acordo com as minhas medidas e proporções, mais autêntica é a imagem que eu transmito pro mundo, e mais confiança eu sinto. Da próxima vez que você for se vestir e se olhar no espelho, que tal tentar isso também?

Mala Inteligente = viagem feliz

Foi-se o tempo em que viajar com uma mala grande, lotada de roupas e sapatos, foi sinônimo de segurança. Eu mesma já perdi a conta de quantas vezes voltei pra casa com várias peças de roupa que sequer saíram da mala durante uma viagem, e não existe nada pior do que ter peso morto em viagem.

E o que é um peso morto numa viagem? É tudo aquilo que a gente carrega sem necessidade, que usa uma única vez ou acaba nem mesmo usando, que toma espaço desnecessário dentro da mala e que aumenta o peso inoportunamente.

Pensa aqui comigo: você vai fazer aquele sonhado tour pela Europa nas suas férias, viajando de trem entre uma capital e outra. Enquanto carrega sua mala de um lado pro outro, tomando metrô, subindo escada, o peso parece que vai ficando insuportável, e você começa a listar mentalmente todas as coisas que estão ali dentro, até que se lembra daquela peça extra que você colocou na mala “para o caso de uma necessidade” (pode ser uma calça jeans a mais, uma saia, uma t-shirt, etc). Você vai desejar com todas as suas forças que pudesse voltar no tempo e não colocar aquela peça ali, só pra aliviar o peso que está carregando. Acredite, eu já passei por isso. O mesmo acontece na hora de pegar um vôo e ver que a balança acusou excesso de peso na bagagem; e lá vamos nós pagar taxas exorbitantes cobradas pelas companhias aéreas.

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mala inteligente: planejamento é tudo!

É por isso que eu sou uma veemente defensora da mala inteligente, e tenho tentado diminuir, a cada viagem, o número de coisas que vão pra minha mala e pra mala do marido. O planejamento é uma parte fundamental pra que tudo dê certo: nas nossas últimas férias, eu sabia que ia comprar roupas de inverno (inclusive roupas e meias térmicas), então eu saí de casa com menos de 10 peças, contando a roupa do corpo. Se eu ia comprar até meia, eu não levaria nada que pudesse se tornar um peso morto!

Quanto menos coisas a gente leva, menor a confusão na hora de se vestir, e também na hora de trocar de hotel, se este for o caso (como, por exemplo, no cenário do tour europeu que eu falei ali em cima). É claro que, pra mala inteligente funcionar, é preciso fazer um exercício na hora de organizar a mala, pensando muito bem nas peças escolhidas para que elas combinem entre si e possam ser usadas de maneiras diferentes. No(s) destino(s), pode ser que seja preciso lavar as roupas, dependendo do tempo de viagem em questão.

Para que a mala inteligente dê certo, é importante acertar não só na quantidade de peças mas também na proporção: mais partes de cima do que de baixo. Além disso, ao escolher um grupo de cores coeso, tudo vai combinar com tudo (acredite, é mais fácil do que parece). E eu também sugeriria olhar essa listinha com ideias para uma manutenção bem fácil das suas roupas on the go, elaborada segundo as minhas últimas experiências viajando com menos coisas – e, consequentemente, sendo mais feliz por carregar menos peso de um lado pro outro.

LAVAR A ROUPA NO CHUVEIRO

Essa é a mais básica de todas as dicas: sujou? Então já entra no chuveiro de roupa e tudo. Durante o banho, ensaboa a roupa pra soltar qualquer sujeira ou cheirinho, e, depois de tirar, esfrega rapidinho o que for preciso, e enxágua. Se você achar que aquela peça precisa de um amaciante, é só usar um pouquinho do seu condicionador! Depois que acabar o seu banho, tire o excesso de água (mas cuidado: torcer é ruim pra qualquer roupa! Geralmente eu vou apertando as peças cuidadosamente pra tirar esse excesso de água), pendura num cabide e deixa ventilar. Até em casa eu gosto de deixar as roupas secarem no cabide, porque aí elas já secam esticadas, e evita em 95% dos casos o uso do ferro de passar. Se der pra improvisar um varal no próprio banheiro, melhor ainda. Tudo isso vale também principalmente para as roupas íntimas.

LAVAR SÓ A ÁREA ONDE SUJOU

Caiu um tiquinho de molho na blusa/calça, ou só o cós da calça/short/macacão e/ou o sovaquinho da blusa/vestido estão precisando de uma refrescada? Lava só aquela área na pia do banheiro: vai ser mais rápido pra lavar e pra secar. Aliás, use o secador de cabelo pra secar a área molhada: secar uma peça encharcada com o secador demoraria uma eternidade, mas, nesse caso, vai levar apenas alguns minutinhos. Essa dica de lavar só uma área pequena da roupa pode ser um pouco mais difícil se a peça for delicada e/ou colorida. O que me leva para a próxima dica…

USE OS SERVIÇOS DE LAVANDERIA DO HOTEL

Se uma peça é delicada, ou se você está com medo de estragar, não tema: use os serviços de lavanderia do hotel. Em geral, são bem menos caros do que a gente pensa, e os hotéis costumam entregar tudo limpinho e passadinho em 24h.

ESCOLHA UM HOTEL COM LAVANDERIA

Essa também faz parte do planejamento: quando estiver escolhendo sua hospedagem, tente optar por um hotel que ofereça lavanderia para os hóspedes (Guest Laundry). Isso é principalmente comum nos EUA, mas já vi em alguns hotéis pela Europa também. Geralmente, as lavanderias para uso dos hóspedes contam com lavadora e secadora de roupas, e algumas já disponibilizam sabão e amaciante.

DESCUBRA QUAL A LAVANDERIA MAIS PRÓXIMA 

Você se hospedou em um lugar onde não tem lavanderia para hóspedes, ou mesmo está hospedado na casa de um amigo/parente (pedir pra lavar roupa na casa dos outros é uma tremenda deselegância): pega o Google Maps e já faz a busca pela lavanderia (launderette) mais próxima. Nas nossas andanças, eu e o marido já gastamos o equivalente a menos de R$20 pra lavar e secar 2 máquinas de roupa. Acredite: vale muito mais a pena pagar pra lavar a roupa e separar umas horinhas da programação de férias pra essa atividade do que carregar malas abarrotadas.

MAIS BLUSAS, CAMISAS E/OU CAMISETAS

Se o destino é frio, ou tem temperatura amena, levar camisetas extras para fazer sobreposições ou mesmo usar como segunda-pele vai fazer render qualquer peça que vá por cima. Se o destino for calorento, partes de cima ocupam menos espaço na mala e são mais leves do que partes de baixo.

ESTRUTURE AS OCASIÕES

Saber a programação da viagem, nem que seja mais ou menos, permite organizar uma estrutura para o uso de roupas. Por exemplo: uma única blusa pode ser, primeiro, usada num jantar mais arrumado ou numa ida ao teatro e, depois, usada de dia, pra passear. Se o seu destino for de praia ou incluir uma piscininha, a mesma blusa pode ter um terceiro uso: complemento de praia/piscina.

 

COISAS QUE EU AINDA NÃO TESTEI, JÁ LI SOBRE E QUE PARECEM FUNCIONAR

LEVE UM MINI-STEAMER

Acho que isso é válido principalmente para uma viagem de negócios: o steamer (ferro de passar roupas à vapor) vai deixar sempre sua roupa impecável e cheirosa, e hoje em dia existem vários pequenininhos, próprios pra carregar em viagens. O steamer não só alisa a roupa, mas também higieniza a peça, o que colabora com a sensação de frescor.

DESODORANTE DE ROUPAS

Hoje em dia, existem desodorantes de roupas líquidos ou em folhas, como se fossem lenços umedecidos. Isso pode ser uma boa alternativa para multiplicar o uso das roupas durante as viagens, antes de precisar lavá-las de fato. No caso do líquido, o ideal seria colocar uma quantidade num borrifador – e, caso viaje só com mala de mão, lembre-se sempre de prestar atenção ao limite de 100ml.

 

DICA COMPLEMENTAR

LEVE UMA ROUPA EXTRA

Sim, eu sei que eu falei lá em cima sobre como é horrível carregar peso morto e como é importante evitar carregar o que não é absolutamente necessário. Mas, se tem uma coisa que as minhas viagens me ensinaram, é que a gente nunca sabe o que pode rolar, por mais que a programação esteja bem definida. E, no fim das contas, uma mala inteligente também significa precaver-se para enfrentar qualquer situação com o melhor look possível. Mesmo que eu não tenha nada programado nesse sentido, eu não deixo de levar uma roupa mais arrumada (seja um vestido, ou uma blusa mais elegante), pro caso de uma ocasião importante e inesperada surgir. Numa viagem de inverno, acho importante levar sempre uma roupa de banho (biquíni/maiô/sunga): vai que o hotel tem uma piscina interna ou uma jacuzzi pra aproveitar? E, claro, numa viagem de verão, não abra mão de um casaquinho leve e uma calça comprida (pense em jeans, linho, tencel…): vai que a temperatura cai, ou tem um destino mais frio no meio do caminho? Quem faz uma mala inteligente, está sempre prevenido para tudo!

07 dias só com mala de bordo em Dubai!

Estamos viajantes por aqui essa semana, não é mesmo?! Acontece que, graças a Deus, realmente tivemos a oportunidade de viajar muito nos meses de novembro e dezembro e, como é época de férias, acho útil compartilhar informações que ajudem viajantes fashion a arrumarem suas malas de maneira inteligente!

Em dezembro, passamos 1 semana em Dubai, com direito a uma day trip pra Abu Dhabi, e obviamente não queríamos despachar bagagem. Com a organização certa, pensando direitinho na nossa programação, foi possível montar uma mala de bordo inteligente pra mim e outra pro marido!

Essa viagem tinha uma programação interessante: queríamos aproveitar as ofertas da culinária internacional em Dubai, ao mesmo tempo em que iríamos para 1 parque aquático e 3 parques temáticos! Eu queria uma mala prática, com looks bonitos e confortáveis e que, preferencialmente, não desrespeitassem a cultura árabe. Com as temperaturas beirando os 30ºC, um ventinho um pouco inconveniente à noite, e muitos lugares climatizados, era importante estar preparado pra tudo!

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vestido Eva, suéter Cath Kidston, bolsa Saint Laurent, tênis Converse All Star, óculos Ray Ban
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quando o suéter Cath Kidston entrou em ação pra me proteger do vento na Marina de Dubai, o vestido Eva ficou parecendo uma saia!
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maiô Tryia para Riachuelo, short comprado em Walt Disney World
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camisa de chamois e vestido Eva (que, usada desse jeito, ficou parecendo uma saia), bolsa Chanel, sapatilhas Usaflex
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aqui dá pra ver o vestido melhor – o escolhido para a noite de Natal!

Pros parques temáticos, eu gosto de muito conforto e praticidade, então combinei t-shirts com a calça jeans. Pro parque Ferrari World, acabei indo com esse conjunto de moletom azul marinho – o que foi a minha sorte, já que é totalmente indoor e era o parque mais gelado de todos! – que é bem soltinho e muito confortável também.

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t-shirt Uniqlo, bolsa Saint Laurent, calça jeans Levis, tênis Converse All Star
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t-shirt comprada no Wizarding World of Harry Potter, calça jeans Levis, tênis Converse All Star, óculos Aldo, mochila Uncle K
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blusa e calça de moletom Farm, bolsa Saint Laurent, tênis Converse All Star

Além destas peças de roupa, eu ainda levei mais 3 t-shirts, 2 saias midi, 1 suéter de cashmere, 1 lenço de seda, 1 sapatilha e 1 chinelo Havaianas, além de meias, underwear e pijama. Só quando estava escolhendo as fotos pro post é que me dei conta de que não tirei foto de todos os looks que usei! My bad. No vôo, usei a calça jeans Levis e o tênis Converse All Star que aparecem nas fotos, uma camisa jeans, um cardigan de cashmere, um cachecol e o casacão. Dessa vez, levei a bolsa da Longchamp dobrada dentro da mala, caso fosse necessário usá-la pra acomodar alguma compra (mas graças a Deus não foi preciso! Consegui arrumar tudo tão direitinho que até o Nintendo Switch coube na mochila do marido hihihihi) e viajei com a mochila da Uncle K que aparece em uma das fotos.

Com isso, tá comprovado que dá pra levar muita roupa numa mala de mão, viajando com praticidade e mantendo a dignidade em temperaturas elevadas!

Looks de viagem no inverno europeu

É inverno no Hemisfério Norte, e as temperaturas nesta época do ano são bem mais baixas por aqui do que os brasileiros costumam estar acostumados. Nós passamos 1 mês viajando pelo Reino Unido e Irlanda e, embora ainda fosse outono, as temperaturas estavam muito baixas – principalmente no interior da Inglaterra e na Irlanda do Norte! – o que exigia roupas de inverno.

Eu já contei sobre a minha mala de verão e desmistifiquei o glamour que vemos nas redes sociais dos globetrotters: não tem nada de errado a gente querer ficar bonito durante as férias, mas a praticidade e o conforto são fundamentais pra quem caminha pela cidade inteira e/ou anda de metrô e ônibus, e não tem orçamento pra táxis, ubers e/ou motoristas particulares o tempo todo.

E, se já fomos econômicos naquela mala de verão, conseguimos nos superar pra essa viagem invernal: despachamos uma única mala grande, e cada um tinha uma bagagem de mão, além da minha bolsa pessoal Longchamp que acomoda todas as nossas coisas que poderíamos precisar acessar com facilidade durante o vôo.

Dessa vez eu não fiz post sobre a organização da mala por um motivo simples: eu só levei 6 peças de roupas minhas na mala, além do meu pijama, underwear, e a bolsa tiracolo e a mochila Prada. Como eu tinha planejado comprar mais roupas de inverno na Uniqlo (eu não sou ninguém sem a linha Heattech deles), eu não levei nem roupa térmica, só a que já foi no corpo. Pra viajar, eu usei uma tshirt de manga comprida, a calça cinza da GAP, o casaco preto da Zara, um suéter da Stradivarius (que eu usei um monte mas acabou não aparecendo em nenhuma foto aqui), e a bota marrom da UGG, que foi o único sapato que eu levei: depois comprei em Londres mais uma bota e um tênis. Então não seria justo mostrar uma mala arrumada sem nada né?

Numa viagem de 28 dias, nós pegamos trem 2 vezes, avião 1 vez, e viajamos 2 trechos de carro, e sabíamos que não ficaríamos só em perímetros urbanos, o que pedia roupas confortáveis de verdade. Nos organizamos para lavarmos nossas roupas 4 vezes, e nós nos viramos muito bem com uma única mala pra nós dois, que não excedeu 20kg até chegarmos à Irlanda do Norte. Foi só mesmo na Irlanda, nos últimos dias das nossas férias, que precisamos reorganizar a bagagem por conta dos meus livros ilustrados do Harry Potter, que são pesadíssimos!

Acreditem: em algumas dessas fotos, eu estou usando 3 calças, uma por baixo da outra! Consequentemente, a saia da Le Lis Blanc acabou virando peso morto (ainda bem que ela é leve, mas mesmo assim eu detesto carregar peso morto em viagens). E, em viagens de inverno, não tem jeito: o que vai aparecer mesmo é o casaco. A menos que você esteja disposto a ter uma bagagem imensa, é melhor não exagerar: eu fui com um casaco e levei mais um na mala, e acabei comprando mais um da Uniqlo (e acabei achando 3 casacos demais, podia ter me virado bem só com o da Zara e o da Uniqlo). Por mais que todo dia eu trocasse de blusa/camisa e suéter (à disposição, eu tinha 6 camisas, 8 blusas de gola alta, e 3 suéteres), nenhuma delas apareceu nestas fotos! E por quê?! Porque a gente acaba tirando mais fotos ao ar livre e, no frio, não dá pra tirar o casaco!

Os acessórios são, sem dúvida, os melhores amigos pra mudar a cara dos looks de inverno – no dia a dia e em viagens. Eu adoro cachecóis, e aproveitei pra comprar mais alguns de cashmere na Uniqlo (a cashmere deles é ótima!), além do cachecol enorme de lã que o marido me deu no dia do meu aniversário. Acabei comprando também o gorro vinho e as earmuffs da Accessorize, e antes do meio da viagem eu aposentei a boina da Stradivarius porque ela não protegia minhas orelhas.

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casaco Zara, cachecol e meia calça Heattech Uniqlo, saia Le Lis Blanc, botas UGG
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casaco e cachecol Zara, calça de veludo Heattech Uniqlo, botas UGG
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casaco e cachecol Zara, bolsa Prada, calça Heattech Uniqlo, tênis Vans
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boina Stradivarius, casaco Zara, calça Heattech Uniqlo, botas UGG, bolsa Prada
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casaco e cachecol Zara, earmuffs Accessorize, calça GAP, botas UGG, bolsa Prada
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mochila Prada, earmuffs Accessorize, casaco Zara, cachecol e calça Heattech Uniqlo, tênis Vans
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cachecol, luvas e calça Heattech Uniqlo, earmuffs Accessorize, óculos Ray Ban, casaco Zara, mochila Prada
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earmuffs Accessorize, casaco Zara, cachecol e calça Uniqlo, mochila Prada, botas UGG
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gorro Aran Tradition, cachecol e casaco Uniqlo, calça John Lewis, bolsa Chanel, botas UGG
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gorro Aran Tradition, cachecol Edinburgh Woolen Mill, casaco Zara, calça John Lewis, mochila Prada
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gorro Aran Tradition, casaco e cachecol Zara, calça Uniqlo, botas UGG, mochila Prada
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earmuffs Accessorize, cachecol Edinburgh Woollen Mill, bolsa Prada, casaco Zara, luvas Uniqlo, calça GAP, botas UGG
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cachecol, blusa de gola alta e calça Heattech Uniqlo, casaco Zara, mochila Prada (embora não esteja na foto, eu estava com o tênis Vans nesse dia) – eu comprei várias cores dessa blusa de gola alta na Uniqlo e, embora não apareça nas outras fotos, foi praticamente o que eu usei durante a viagem!
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gorro Aran Tradition, cachecol Edinburgh Woollen Mill, casaco Zara, mochila Prada, calça GAP, botas UGG
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gorro Aran Tradition, cachecol Edinburgh Woollen Mill, casaco Zara, calça Uniqlo, mochila Prada, botas UGG

 

 

Looks de viagem no verão europeu

Quando a gente viaja, é claro que a gente quer ficar bonitinha nas fotos: afinal, são estes registros aos quais vamos recorrer quando sentirmos saudade daquela viagem, além de mostrar pra nossa família e nossos amigos.

Mas manter a dignidade nos looks de uma viagem nem sempre é fácil, principalmente quando a ideia é carregar pouca coisa. Some-se a isso as longas horas andando pelas cidades, tomando transporte público, e ainda prestando atenção pra não sofrer um furto (os pick pockets estão por toda parte!) que pode transformar a alegria de uma viagem num transtorno sem fim.

Com o advento das redes sociais, o que a gente mais vê são pessoas lindas e glamurosas passeando por Paris, Berlim, Londres, Nova Iorque, etc etc, com seus saltos altíssimos e suas peças de luxo, porque tem carro à disposição e pode ser até que só desçam do carro pra fazer o #lookdodia ou pra entrar em algum restaurante caríssimo. Na vida real, não é assim que funciona: a gente entra no metrô e no ônibus, caminha pela cidade inteira, torce o pé nas calçadas nem sempre muito bem conservadas, entre outros.

Nas nossas últimas férias, que começaram no finalzinho de maio e se estenderam até o final de junho, a gente quis carregar a menor quantidade de coisas possível, o que naturalmente limitava os meus looks. Mas acho que consegui manter alguma dignidade, mesmo com o calor surreal que estava fazendo em Nice, Cannes, Mônaco, Milão, Berlim, Potsdam e Praga, combinando todas as peças que carreguei, e adicionando uns vestidinhos que comprei ao longo da viagem. Em Vienna, 2 dos 3 dias foram mais frescos; o dia em que fomos à Bratislava também estava um pouco mais fresco. Em Moscou e São Petersburgo estava frio – principalmente em São Petersburgo, onde as temperaturas não passaram dos 12ºC!

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casaco Uniqlo, t-shirt de manga comprida Zara, calça Zara, tênis Converse All Star, mochila Longchamp
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trench coat Burberry, calça jeans Cantão, tênis Usaflex, t-shirt de manga comprida Zara, mochila Longchamp
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Camiseta de algodão e short jeans Animale, sapatilha Usaflex, bolsa Gucci e cinto herdado da Mivó
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t-shirt Stradivarius, salopete Mango, bolsa Gucci, sandália Usaflex
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t-shirt Zara, short jeans Animale, bolsa Gucci, sandália Usaflex
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salopete Mango, t-shirt Zara, mochila Longchamp, sandália Usaflex
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camiseta de algodão e short jeans Animale, bolsa Gucci, sandália Usaflex, jaqueta impermeável Zara
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Salopete Mango, camisa de tricoline Zara, mochila Longchamp, tênis Converse All Star
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macaquinho H&M, bolsa Gucci, sandália Usaflex
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t-shirt Zara, short jeans Animale, bolsa Gucci, tênis Converse All Star
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vestido H&M, cardigan Tommy Hilfiger, bolsa Chloé, sandália Usaflex
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camiseta de algodão Animale, calça jeans Cantão, tênis Usaflex, mochila Longchamp
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vestido H&M, mochila Longchamp, sandália Usaflex
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jaqueta impermeável e t-shirt Zara, calça jeans Cantão, sapatilha Usaflex, bolsa Gucci
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t-shirt de manga comprida Zara, calça Cantão, mochila Fjällräven, tênis Usaflex
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camisa de tricoline Zara, short jeans Animale, mochila Fjällräven

Depois de 28 dias viajando de férias com o marido, voltamos pra Yerevan e eu fui pra Portugal encontrar meus pais! Foi uma continuação das férias, mas os looks foram outros, já que a maioria das peças que usei vieram do Brasil nas malas deles.

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t-shirt Bershka, calça Animale, cinto ABrand, mochila Fjällräven
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suéter Cantão, calça Animale, tênis Converse All Star, mochila Fjällräven, colar Monte Carlo
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t-shirt Bershka, short jeans Animale, mochila Fjällräven, tênis Converse All Star, meia do Mickey comprada na Disney